sexta-feira, 20 de junho de 2008

Apresentação sobre Deficiência Visual



Deficiência visual

CONCEITO
O termo deficiência visual refere-se a uma situação irreversível de diminuição da resposta visual, em virtude de causas congênitas ou hereditárias, mesmo após tratamento clínico e/ou cirúrgico e uso de óculos convencionais.
CLASSIFICAÇÃO
Há vários tipos de classificação. De acordo com a intensidade da deficiência, temos a deficiência visual leve, moderada, profunda, severa e perda total da visão. De acordo com comprometimento de campo visual, temos o comprometimento central, periférico e sem alteração. De acordo com a idade de início, a deficiência pode ser congênita ou adquirida. Se estiver associada a outro tipo, como surdez, por exemplo, a deficiência pode ser múltipla ou não.
DADOS ESTATÍSTICOS
Segundo a OMS-Organização Mundial de Saúde, cerca de 1% da população mundial apresenta algum grau de deficiência visual. Mais de 90% encontram-se nos países em desenvolvimento. Nos países desenvolvidos, a população com deficiência visual é composta por cerca de 5% de crianças.
CAUSAS
As causas podem ser divididas em: congênitas ou adquiridas.
Causas congênitas: malformações oculares.
Causas adquiridas: traumas oculares.
IDENTIFICAÇÃO
Alguns sinais característicos da presença da deficiência visual na criança são desvios de um dos olhos, não seguimento visual de objetos, não reconhecimento visual de familiares, baixa aproveitamento escolar, atraso de desenvolvimento. No adulto, pode ser o borramento súbito ou paulatino da visão. Em ambos os casos, é vermelhidão, mancha branca nos olhos, dor, lacrimejamento, flashes, retração do campo de visão que pode provocar esbarrões e tropeços em móveis.
Em todos os casos, deve ser realizada avaliação oftalmológica para diagnóstico do processo e possíveis tratamentos, em caráter de urgência.
As pessoas com dificuldades visuais são classificadas em dois grupos principais: cegos e visão parcial ou reduzida.
CEGO têm somente a percepção da luz ou não têm nenhuma visão e precisam aprender através do método Braille e de meios de comunicação que não estejam relacionados com o uso da visão.
VISÃO PARCIAL têm limitações da visão a distância, mas são capazes de ver objetos e materiais quando estão a poucos centímetros ou no máximo a meio metro de distância.
O que é o Braille?
O braille é um sistema de escrita utilizado pelos cegos. O braille é composto por 6 pontos em relevo, que formam 63 combinações. Com ele é possível fazer letras, números, símbolos químicos e matemáticos.

Grupo 06: Aline, Carla, Daiane, Natanna, Paula.

9 comentários:

Unknown disse...

Muitos são os alunos que sofrem deficiência visual.A questão é, como a escola deve agir para incluir esse aluno socialmente e também tendo em vista a educação desse aluno.
Segundo o trabalho que foi apresentado, para você o que deve ser feito para incluir alunos cegos nas escolas? E o que tem sido feito é suficiente? Porque?

Maira* disse...

É necessário que se trabalhe em cima das potencialidades de cada um e não sobre suas incapacidades ou impedimentos. Infelizmente, o que está sendo feito ainda não é suficiente. Para muitos portadores de deficiência visual, a maior dificuldade está na falta de oportunidades. A primeira atitude a se tomada consiste em acreditar na potencialidade dos deficientes visuais, considerando-os capazes de estudar, de serem independentes, de trabalhar, praticar esportes e tantas outras coisas.

Dani disse...

A minha pergunta é a sociedade está pronta para esta inclusão? Talvés devemos pensar mais amplamente sobre como mudar esse pensamento pré-conceituoso de que o deficiênte visual é diferente. Ele apenas possui uma limitação que é a visual. Nosso trabalho é o de tentar readaptar essa pessoa em um espaço que foi criado exclusivamente para aqueles que não possuem nenhuma deficiência. O trabalho é árduo e que demanda forças bem definidas, a mudança, e sabemos que isso é uma luta constante e crescente.
Devemos mudar nossa forma de ver o que é deficiência, para limitação para que essa inclusão seja bem planejada e justa.
Acadêmica de Psicologia da ULBRA-SM

Anônimo disse...

Oi colegas!
Acredito que já melhorou muito em vista de anos atras,hoje já se fala mais em inclusão social,a escola tem aberto suas portas para receber esses alunos com deficiência visual,muitas escolas enfrentam dificuldades financeiras e nao podem oferecer ao aluno as condições necessárias como o acesso,o material de ensino e sabemos também que precisa de um profissional qualificado para ensinar uma criança com deficiência.Se as escolas tiverem mais apoio financeiramente das autoridades competentes acredito que a tendência é melhorar cada vez mais,pois deficiência nao é sinônimo de incapacidade pelo contrário eles são capazes e muitas vezes nos surpreendem com suas habilidades.

simone vargas disse...

com certeza diminuir o preconceito, acredito que ainda precisa melhorar muito,não é suficiente,é preciso uma grande mudança cultural e uma revolução no sistema educacional desse Brasil.

# dry # disse...

Sabemos que poucas escolas tem classes especiais, por tanto fica difícil a inclusão.
Acredito que as escolas estejam esforçando-se para receberem os alunos.O problema é que existe muita falta de professores qualificados para dar aula a estes alunos.

# dry # disse...

obs: orkut é do meu filho LUÃ...

BJOS DRIELE ROZO

Unknown disse...

SeriA necessário para a inclusão de alunos cegos, uma acessibilidade maior que permita que essas pessoas tenham as mesmas condições e oportunidades de todas as pessoas da nossa sociedade. O que tem sido feito não é suficiente para a inclusão dessas pessoas, algo mais precisa ser feito.

Anônimo disse...

Acredito que a inclusão de pessoas cegas em instituições de ensino é bastante falha, visto que, poucos são os recursos utilizados para inmclui-los, não me refiro em questão ao ambiente físico, mas em relação a livros, pois poucos são os livros que são disponíveis nas redes de ensino publico e privado em braile. Digo que, se não tem recursos suficientes, como a inclusão vai ocorrer sem contratempos. Esse é um assunto muito delicado e exige de nós futuras pedagogas muita atenção. O esforço que se tem feito em relação à inclusão ainda não é suficiente, mas se continuarmos a faze-lo com mais intensidade, a inclusão pode sim tornar-se real.