A deficiência mental de forma geral é conhecida por problemas com origem no cérebro e que causam baixa produção de conhecimento, dificuldade de aprendizagem e um baixo nível intelectual. Segundo a AAMR (Associação Americana de Deficiência Mental) e DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), por deficiência mental entende-se o estado de redução notável do funcionamento intelectual significativamente inferior à média, associado a limitações pelo menos em dois aspectos do funcionamento adaptativo: comunicação, cuidados pessoais, competência domésticas, habilidades sociais, utilização dos recursos comunitários, autonomia, saúde e segurança, aptidões escolares, lazer e trabalho.
Quem são e como aprendem os alunos com deficiência mental: Os alunos com problemas intelectuais graves são aqueles cujo desempenho intelectual se situa, aproximadamente, no 1% mais baixo da distribuição normal da população. Tradicionalmente, eram alunos que apresentavam Q. I. com valores abaixo de 50 e muitos eram designados de atrasados mentais moderados, severos ou profundos. Além de apresentarem um funcionamento intelectual dentro do 1% mais baixo da população em geral, estes alunos apresentam, ainda, uma vasta gama de dificuldades associadas, como seja a surdez, cegueira, cegueira-surdez, dificuldades nos movimentos finos, comportamentos inadequados graves, incapacidade de comunicação verbal, incapacidade de andar sem ajuda, ritmos de resposta extremamente baixos e graves problemas de saúde.
Característica de aprendizagem e comportamento
A indicação de problema intelectual grave deverá significar diferenças, tanto em grau como em qualidade, em relação aos que não são assim designados. Ao compararmos estes alunos com os seus colegas sem problemas da mesma idade cronológica, eles evidenciam dificuldades no comportamento e em quase todas as áreas da aprendizagem. Estas dificuldades deverão ser contempladas individualmente e construtivamente nos programas educativos. Isto não implica minimizar uma realidade irrefutável e extremamente importante de que, embora intelectualmente diferentes, eles são cidadãos de pleno direito considerando várias dimensões como dignidade humana, direitos constitucionais, liberdades individuais, direito à educação e qualidade de vida.
Principais Causas:
PRÉ-NATAIS: DESNUTRIÇÃO MATERNA; MÁ ASSITÊNCIA A GESTANTE; DOENÇAS INFECCIOSAS ( sífilis, rubéola, toxoplasmose); TÓXICOS ( alcoolismo, drogas, medicamentos, tabagismo); GENÉTICOS ( alterações cromossômicas, erros inatos no metabolismo
PERI-NATAIS: MÁ ASSISTÊNCIA AO PARTO; TRAUMAS DE PARTO; HIPÓXIA; ANÓXIA; PREMATURIDADE; BAIXO PESO; ICTERÍCIA GRAVE DO RECÉM NASCIDO
PÓS-NATAIS: DESNUTRIÇÃO; DESIDRATAÇÃO GRAVE; CARÊNCIA DE ESTIMULAÇÃO GLOBAL;INFECÇÕES(meningites,encefalites,sarampo...);INTOXICAÇÕES ( remédios,inseticidas, produtos químicos); ACIDENTES; INFESTAÇÕES ( neurocisticircose...).
Algumas das deficiências mais comuns de encontrarmos nas escolas:
Fenilcetonúria ; Autismo; Síndrome de Dow ; Síndrome do Miado do Gato; Síndrome " X " frágil
Grupo 04- Sabrina, Ana Lia, Joceli e Fernanda

27 comentários:
Oie gurias queridas!!!
Vamos comentar e trabalhar...
Gostei da idéia dos seminários, a maioria se dedicou, apresentando algo que pude compreender e vou levar para minha vida acadêmica e docente!!!
VOu postar a pergunta do nosso grupo. Vamos responder!!!! Assim nossas opiniões vão se tornando mais lapidadas!!!
Um beijo, Ana Lia!!!
Olá colegas queridas!!!!!
Aqui vai a nossa pergunta!!!
É necessário gurias, que repondamos, porque faz parte da dinâmica do nosso trabalho, ok?!! E lembremos, pensar é transgredir, é avançar!!
Será que nós, enquanto pessoas e futuras formadoras estamos preparadas para desenvolver com competência o desafio de ter um aluno especial em nossa sala de aula e, encarar que as diferenças existem?
Vamos lá, vamos partilhar!!!!
Até podemos encarar que as diferenças existem, mas neste exato momento, não estou preparada para receber um aluno com necessidades especiais, sei que é um desafio muito grande, e que não depende somente do professor, pois as escolas devem se adaptar para essa nova realidade. Como receber, por exemplo, um cadeirante se na grande maioria das escolas não existem rampas nem banheiros adaptados? Esta e outras tantas questões relacionadas às crianças especiais, me deixa um tanto insegura para iniciar um trabalho de tamanha grandiosidade.
Eu, particularmente não me sinto capacitada o suficiente para educar ou receber um aluno com deficiência mental, mas apesar das dificuldades concordo que seria um desafio realmente prazeroso pelo fato de ver que uma criança considerada inferior por muitos ou incapacitada está aprendendo pelo meu esforço através principalmente de confiança.Acho que isso é o mais importante para se educar uma criança com essa deficiência, confiar na capacidade dela e transmiti-la essa confiança.
bruna portilho: minha opinião é muito parecida com a de algumas colegas...pois também não me sinto preparada no momento pra este dito "desafio"...Mas acho importante e até mesmo necessário este novo processo...Pois assim como vamos ensinar também vamos aprender muito com esses alunos especiais.
Acredito que hoje não estou preparada e provavelmente vou me formar tendo comigo este mesmo sentimento, acho o currículo da Pedagogia insuficiente e restrito no que se refere a necessidades especiais, por este motivo é importante que a futura profissional busque por si o que acreditar que possa acrescentar em sua formação, por que todos somos diferentes e todos necessitamos nos sentir incluídos de alguma forma na sociedade. "O mundo não é perfeito nem justo, cabe a nós futuras educadoras fazer-mos alguma diferença nele, sempre lembrando que coragem é fundamental para se vencer o medo."
Conviver com as diferenças,de um certo modo,já faz parte do nosso dia-a dia.Porém ,acho que não estou preparada para trabalhar com um aluno especial na sala de aula.De fato não saberia como trabalhar,pois sei que é um grande desafio e que não pode somente partir do professor,mas sim da escola como um todo.Precisamos assim nos especializar e dar o máximo de nós para fazer um bom trabalho.
Em meu ponto de vista não estou preparada, pois sei que é um desafio muito grande e não me sinto capacitada para desempenhar um bom papel como professora para um aluno especial.
Eu enquanto aluna não me vejo preparada para uma turma com alunos especiais,porém me vejo até o final do curso quando estiver formada. Acho que em quatro anos conseguiremos atravessar todos os possíveis obstáculos acadêmicos,portanto acredito que estarei preparada para dar aulas com competência as diversas diferenças que meus alunos venham a ter.
Hoje nao me sinto totalmente preparada para atuar com um aluno especial dentro da sala de aula, mas com o decorrer da minha formaçao pretendo sim desempenhar um bom papel com esses alunos, pois eles têm o direito de aprender e serem bem atendidos como os considerados "normais".
Hoje não me sinto preparada, apesar de conviver com diferenças no dia-a-dia. Acredito que para ser uma boa profissional não bastaria apenas o meu esforço para desenvolver capacidades desse aluno especial, mas sim colaboração da escola em recursos e apoio promovendo a acessibilidade para esses alunos. Apesar das dificuldades devemos nos especializar, para podermos desempenhar um bom papel diante das diferenças em uma sala de aula.
Não estou preparada, pois preparação requer experiência, e por mais experiência que se acumule a vida sempre irá trazer mais desafios. Mas, em estando em sala de aula com alunos deficientes, num futuro próximo, o apoio familiar, o trabalho de grupo com outros professores, o carinho e dedicação para com os alunos deficientes,enfim, tudo associado, é que irá proporcionar um ambiente bom para os alunos, de modo que se aprimorem suas qualidades.
Bom, primeiramente no estágio que estou hoje, começando um curso superior, não me sinto preparada para educar um aluno especial, sendo essa uma responsabilidade muito grande. Também acho que o curso de pedagogia poderia dar mais ênfase na educação de alunos especiais, assim como todos os cursos de licenciaturas, pois todos os educadores precisam saber como trabalhar com esses alunos. Acredito que um dia estarei preparada para essa interessante tarefa, buscando além das informações que vou receber durante o curso e assim conhecendo melhor as diferenças.
Ao pensar nessa questão me sinto insegura e acredito não estar preparada para enfrentar uma situação como essa. Porém acredito que há muita coisa a ser mudada, primeiramente pela opinião das pessoas em relação a inclusão e pricipalmente no âmbito escolar. Ao final do curso acredito que me sentirei mais segura e saberei como lidar com tais diferenças.
Creio que é quase impossível afirmarmos que estamos preparadas pra tamanho desafio em nossas vidas docentes, é difícil nos sentirmos seguras em relação as dificuldades que infrentaremos, sejam elas com alunos especiais e até mesmo com os "ditos normais", pois as diferenças e as dificuldades irão existir para ambos. Temos que buscar meios de nos aperfeiçoarmos para que com competência lidarmos com as inumeras situações recorrentes em sala de aula.
fabiane soares:eu, como futura profissional da educação fico ansiosa com tudo que sei que terei de enfrentar nessa caminhada de novas situações:como por exemplo trabalhar com aluno especial mas no inicio não vai ser nada fácil pois geralmente nos interessamos pelo assunto quando temos que trabalhar com ele,como dizem: quando as coisas acontecem com o vizinho não dói na gente,agora quando a dificuldade e o assunto é nosso procuramos meios,recursos para saber como lidar e desenvolver um meio de comunicação que fique melhor para os dois para que o aluno especial sinta-se bem e socializado com o grupo e com o ambiente escolar.Mas isso vai depender do professor porque até os que dizem ser formados especificamente nessa área não desenvolvem bem o seu papel,e isso que muitas vezes trabalham em escolas especiais que as salas são dividas com alunos de mesma deficiência e não são bem atendidos.
No omento em que estou na minha formaçao, nao consigo me ver dando aulas a alunos com necessidades especiais,pois minha experiencia com os mesmos é minima, porem no decorrer da minha formaçao pretendo sim adquirir conhecimentos e obter o maximo de competencia, pois as diferenças existem e cabem a mim futura educadora suprir as necessidades dos alunos seja qual for a sua dificuldade ou necessidade de aprendizagem.
É certo de que no momento não me sinto preparada para lídar com um aluno especial, mas acredito que nas diversas profissões e situações da vida iremos nos deparar com as diferenças, a maneira como enfrentaremos essas diferenças é que vai diferenciar uma pessoa das outras. Se nos especializarmos e buscarmos estar sempre atualizadas em relação as diferentes deficiencias, sabendo quais as verdadeiras necessidades e dificuldades desta pessoa estaremos sim aptas para trabalhar com este aluno. Creio que o fato do professor não ser especializado para lídar com a deficiência não o torna despreparado, mas faz com que tome um maior tempo deste, tendo que preparar uma aula que integre o aluno, tentado colocar todos numa mesma realidade,buscando informações com especialista, interagindo com a família, ou seja, uma tentativa de proporcionar uma boa educação sem diferenciação.
Pessoalmente,não me sinto preparada para ter um aluno com necessidades especiais,pois a maior parte dos trabalhos apresentados no decorrer do semestre me fizeram perceber o quanto eu tenho para aprender.Mas acredito, que um dia,depois de muitos conhecimentos e possíveis experiências, eu me sinta preparada.Enquanto encarar que existem diferenças, se eu não o fizer,estarei ignorando o mundo ao meu redor, Pois as diferenças estão em toda parte,seja nas pessoas com necessidades especiais ou não.Acredito também que estar consciente da existência das diferenças é o primeiro passo para a minha preparação.
Acredito, que ao estarmos cursando um curso de pedagogia, onde somos preparadas para LIDAR COM AS MAIS DIVERSAS situações em sala de aula, teremos condições de trabalhar com esses alunos especiais. É claro,que tenho consciência de que somente o que estudarmos na faculdade não será o suficiente para desempenhar tal papel.É preciso estarmos sempre muito bem informadas sobre as inovações a respeito desse contexto,pois afinal, este assunto é muito recente para toda a sociedade que ainda está començando a se adaptar a esses indivíduos especiais.
Mas, é claro que se agora me deparasse numa situação de construir um aprendizado com um aluno assim,certamente nao teria nenhuma condição de fazê-lo.
Oi gurias parabéns pelo trabalho!!! Acredito que ainda não estou preparada, por ainda estar no primeiro semestre,não ter contato com crianças deficientes;Mas com tempo, força de vontade, determinação e muito estudo estarei apta a trabalhar com crianças deficientes.
Olá gurias!
Quanto pessoa,me sinto preparada,pois as difernças estão em toda parte,devemos olhar para a pessoa não para a deficiência que tem.Mas como educadora sei que será um grande desafio,pois terei a responsabilidade de ensinar e porque nao dizer,preparar os educandos a conviver em uma sociedade de constantes mudanças.Estamos no caminho,temos muito o que aprender!!!!!!bjs!
Gostei muito desta pergunta. Ate vou usar este espaco com um desabafo.
Acredito q hoje em dia eu nao estou capacitada para ter um aluno com qualquer tipo de deficiencia, pelo fato de nao ter ainda capacidade para incluir este no meio e ainda ensinar algo para o mesmo. Tambem penso q o curso de pedagogia nao oferece base o suficiente para o futuro professor trabalhar com o deficiente. Apenas oferece o basico e isso nao serve para sala de aula. E o mais preocupante e que ainda algumas escolas ainda nem estao adaptadas para receber estes alunos especiais quem dira o professor. Para tanto tera q partir do professor o desejo de buscar conhecimento e praticas para trabalhar com estes alunos, mesmo eles possuindo qualquer tipo de deficiencia.
digo que não estou preparada,com certeza eu e todas nós, vamos precisar buscar muito mais conhecimento depois da faculdade.Agora,encarar as diferenças que existem não depende só do professor,depende da família,da sociedade e de investimentos na educação.
A inclusão de pessoas com deficiência em turmas regulares é necessária, pois é um passo a mais para pessoas ditas normais, sem deficiência, aprenderem a conviver, aprenderem como ajudar e compreenderem melhor a vida desas pessoas. A inclusão é um processo que deve começar des de a infância, e não apenas depois de adultos e em espaços específicos pré definidos pela sociedade. Com a inclusão aprendemos des de cedo a conviver e esse é um passo a mais para aceitarmos e aprendermos a nos relacionar com o diferente.
Quanto aos profissionais da educação, espero que a formação que iremos receber nas universidades dê conta dessa tarefa de nos prepar, pois, em maioria, não tivemos oportunidade de conviver em sala de aula com pessoas deficientes.
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